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xitizap # 36 |
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bom dia Cahora Bassa |
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o veto dos comissários |
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procurement World Bank |
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quem tem medo de HVDC ? |
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Sambódromo Zambeze |
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Lacan em Timor |
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Vale do Shire e Lago Niassa
Malawi pesquisa petróleo
O governo do Malawi confirmou recentemente estar em negociações com empresas da Malásia e USA visando a prospecção de petróleo naquelas zonas. |
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enquanto a malta dos slide-shows se entretem com miragens, saiba que ...
ESKOM
Em resposta ao seu apelo no sentido de as indústrias sul-africanas desenvolverem investimentos de co-geração eléctrica que aliviem a forte pressão da demanda, a ESKOM actualmente procede à análise de múltiplas propostas totalizando mais de 5000 MW – o equivalente a uma das super-centrais a carvão actualmente em desenvolvimento na África do Sul, ou quatro Mphanda Nkuwa.
Segundo Jacob Maroga (CEO da ESKOM), estas propostas superam substancialmente as previsões iniciais da ESKOM (900 MW) e poderão ser levadas a cabo em 18 a 24 meses.
Numa outra perspectiva, a ESKOM tomou uma decisão estratégica ao limitar as suas importações a 15% (definido como margem de reserva óptima) e, para o efeito, a empresa planeia atingir uma capacidade de geração eléctrica na ordem dos 80 000 MW em 2025 - cerca de metade deste duplicar da actual base de geração eléctrica ESKOM será feito por recurso a centrais nucleares.
No entretanto, Jacob Maroga confirmou que a ESKOM está em avançado estado de negociações de um Power Purchase Agreement (PPA) com a canadiana CIC Energy com vista à construção de uma central a carvão 2 250 MW no Botswana (3 x 750 MW) junto à fronteira com a África do Sul. Segundo a Engineering News, a CIC Energy pevê concluir as negociações com a ESKOM ainda em 2007 e estima que a construção da central de Mmamabula tenha início no segundo trimestre de 2008.
Um pouco mais ao lado, a Nampower e ESKOM refinam o projecto de construção de uma central a gás na Namíbia alimentada pelos depósitos de Kudu (CCGT 800 MW), e espera-se que uma decisão final seja tomada durante o primeiro trimestre de 2008. Ainda no âmbito desta iniciativa, as autoridades da RSA e Namíbia planeiam construir um gasoducto de 700 km com vista ao aumento da oferta de gás natural no Western Cape.
E, já agora, para quem queira atravessar a fronteira da Namaacha, talvez importe saber que fontes oficiais do Reino Swazi afirmam estar na fase final dos estudos de viabilidade relativos à construção de uma central térmica a carvão de potencia entre 1000 e 2000 MW com base nos seus próprios recursos carboníferos – a exportação para a ESKOM é o principal objectivo do empreendimento.
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Sasol
A petroquímica Sasol planeia expandir a sua oferta de combustíveis líquidos na região SADC via dois projectos:
(a) um novo projecto CTL (coal-to-liquids) denominado Mafutha que, em velocidade cruzeiro atingirá 80,000 bl/d (barris por dia).
(b) expansão da sua unidade em Secunda em 30,000 bl/d por recurso a uma nova tecnologia de gasificação de finos-de-carvão – neste processo a Sasol recorrerá a uma mistura de coal-fines (5%) e de gás natural de Temane (15%).
A expansão de Secunda, que precederá o projecto Mafutha, consumirá mais de 60 milhões de GigaJoule anualmente, o que exigirá que a Sasol aumente rapidamente a actual extracção de gás natural em Temane de 120 para 183 PJ, visando uma meta de 240 PJ em fase posterior.
Para o efeito, a Sasol completou já uma campanha de prospecção em Moçambique e espera abrir mais 27 furos a partir de Abril 2008 num programa combinando prospecção e exploração.
Num outro desenvolvimento, a Sasol aprovou recentemente um investimento de Rand 2.5 biliões relativo à construção de uma central 280 MW em grande parte alimentada pelo gás que é actualmente desperdiçado em Secunda (gas flaring). |

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porque se um acento pode alterar tanta coisa, imagine-se o que podem as palavras fazer.
Confúcio Costa
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