folhetim PBMRCape Town - 19 de março 2003
Em comunicado de imprensa, as autoridades municipais de Cape Town rejeitaram as conclusões do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) relativo à proposta instalação do reactor PBMR em Koeberg. Segundo tais autoridades, não só a municipalidade está em desacordo com as conclusões da versão final do Environmental Impact Report (EIR), como ainda realçam a sua estranheza com o facto de ninguém ter ligado pêva às preocupações que desde há 2 anos ela tem vindo a manifestar.
A Cidade de Cape Town sugere ainda que o EIR - que tem chegado a conta-gotas às partes interessadas e afectadas - seja revisto por um painel de peritos internacionais.
ESKOM – declarações públicas de 16 e 19 Maio 2003
Recentemente, e porque fortemente pressionada pela necessidade de justificar a torrente de fundos já engolidos pelo projecto, a ESKOM tem vindo a multiplicar declarações de suporte ao radioactivo PBMR.
Agora caracterizando o projecto como estando no termo da fase desktop – uma fase que consumiu mais de 500 milhões de Rand –, a ESKOM insiste em insistir com o governo sul-africano para que rapidamente sejam publicadas as actas finais do Estudo de Impacto Ambiental e emitida a respectiva licença nuclear. Recorde-se que estas são condições sine qua non para que a ESKOM possa prosseguir com o desenvolvimento, construção e commissioning do reactor PBMR piloto
Earthlife Africa e os tribunais
Entretanto, dias depois deste frenesim mediático da ESKOM, a 26 de Maio 2003 a Earthlife Africa apresentava uma queixa contra o departamento de Assuntos Ambientais com base no facto de não ter tido acesso à versão final do Relatório de Impacto Ambiental. Note-se que, neste processo judicial, a Earthlife Africa centra imediatas atenções na figura do general-director do departamento de Assuntos Ambientais - qualificando-o, tacticamente, como figura respondente quanto à decisão sobre o reactor PBMR, a Earthlife Africa exige que o general-director torne pública a informação que sustentará a sua decisão.
Por outro lado, o facto de a Eskom Holdings Ltd ter sido a empresa que oficialmente submeteu os pedidos radioactivos, torna-a - segundo a Earthlife Africa - uma segunda parte deste processo.
Há dias, e em resposta à iniciativa Earthlife, o Departamento de Assuntos Ambientais acusou este grupo ambientalista de ter actuado irrazoavel e abusivamente ao apresentar queixas junto do Pretoria High Court. As partes conseguiram no entanto chegar a acordo quanto a questões processuais, e a queixa será formalmente apresentada perante o tribunal a 3 de Junho 2003.
Entretanto, cresce a panóplia de dúvidas quanto ao controverso projecto PBMR, e os ambientalistas sul-africanos reafirmam que ele é inconsistente com a própria política do governo. Numa outra perspectiva, estes grupos ambientalistas sul-africanos consideram que há matéria mais que suficiente para se questionar se este processo decisonal não estará em flagrante conflito com a secção 33 (1) da constituição sul-africana. |
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HCB - notícias em black out
Não foi em janeiro, fevereiro, março ou abril!
Mas, segundo uma agencia noticiosa, foi finalmente em maio 2003 (21 e 22) que tiveram lugar as mui adiadas conversações tripartidas sobre Cahora Bassa
A propósito de tarifas, a HCB apresentou uma proposta de 13 centimos Rand/kWh ... a que a ESKOM retorquiu com 3.
como é costume, as partes não chegaram a qualquer acordo para além de uma nova data para uma outra ronda de conversções - julho 2003.
Em geral, os observadores não se mostram surpreendidos com as voltas deste carrossel.
Mostram-se no entanto intrigados com o black out noticioso que parece pairar sobre os assuntos Cahora Bassa - tarifas, assembleia geral, e compra/venda do empreendimento.
E há mesmo alguns observadores que se perguntam:
mas porque é que estes caríssimos oficiais seniores não tele-conferenciam ? |
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um paredão em perigo barragem da Chicamba Manica
check em próximas edições xitizap |
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baby Bush torna a fazer das suas
Notícias recentes dão conta que babyBush insiste em perturbar a vida dos outros.
E agora conta-se que o rapaz acaba de dar luz verde ao desenvolvimento de novas ferramentas radioactivas.
A nova agenda tem duas vertentes:
a militar, que prevê o fabrico de uma nova geração de armas nucleares – pequenitas, mas capazes de penetrar os mais profundos bunkers.
A energética que atiça a retoma da energia nuclear para objectivos ditos civis – como seja produção eléctrica, e de hidrogénio
Curiosamente, e a fazer fé na publicidade IST – empresa de engenharia que participa no desenvolvimento PBMR –, esta agenda babyBush poderá vir a dar um novo impulso ao radioactivo reactor sul-africano porque, segundo reportam os media, a IST está a tentar posicionar-se para a venda destes mini-reactores para a produção de hidrogénio nos USA
Paradoxalmente, pode ser que estas sejam boas notícias para África já que, e me desculpem os texanos, babyBush não se importará que, eventualmente, toda a parafernália PBMR se transfira para o seu rancho no Texas. |
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elektro papos |
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xitizap # 3 maio 2003 |
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qualidade de um sistema eléctrico
a EDM continua off-line
a qualidade segue dentro de momentos |


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elektro papos |